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Mon, 10 May 2021 21:53:43 -0000
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Mon, 10 May 2021 21:52:47 -0000
Itapetininga confirma duas mortes por Covid-19 nesta segunda-feira

Cidade não registrava mortes nos últimos cinco boletins epidemiológicos divulgados diariamente. SARS-CoV-2 foi listado como um vírus com potencial endêmico pela OMS Getty Images via BBC (NÃO USAR EM OUTRAS MATÉRIAS) A Secretaria de Saúde de Itapetininga (SP) confirmou duas mortes por de Covid-19 nesta segunda-feira (10). A cidade soma 391 óbitos pela doença desde o início da pandemia. Além disso, são 31 novos casos. A cidade soma 11.133 notificações positivas e 9.629 pacientes se recuperaram da doença. A ocupação de leitos no Hospital Léo Orsi Bernardes está em 100% na UTI, 90% na enfermaria e 100% no hospital de campanha interno. Na Unimed a ocupação passa de 100% na UTI e na enfermaria, com um paciente a mais em cada ala. Ainda há nove pacientes aguardando uma vaga via Cross, a Central de Regulação de Vagas do Estado. De acordo com a Prefeitura, isso acontece pois o hospital funciona no sistema "porta aberta" e precisa de fluxo dos pacientes para suportar novos atendimentos na extensão da UTI. VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM Veja mais notícias no G1 Itapetininga e Região.
Mon, 10 May 2021 21:51:17 -0000
Bebê atropelada pelo ex-marido da mãe recebe alta após passar 24 dias internada em MS

Segundo a polícia, o homem que não aceitava o fim do relacionamento, provocou o acidente após ver a ex-mulher junto do atual companheiro e a filha na rua de Rio Verde (MS). Homem atropelou e matou atual companheiro da ex, além de deixar em estado grave bebê de 2 meses, diz polícia em MS Polícia Civil/Divulgação Uma bebê de dois meses atropelada pelo ex-marido de sua mãe, recebeu alta da Santa Casa, após ficar 24 dias internada. Ela foi encaminhada em estado grave para a capital depois do acidente em Rio Verde, região norte do estado. A criança, que passou por vários exames, recebeu alta nessa sexta-feira (7). O homem, suspeito pelo atropelamento, foi encontrado na área rural do município e preso pelas forças policiais - Polícia Civil e Polícia Militar. Entenda o caso Um homem de 51 anos que, segundo a polícia, não aceitava o fim do relacionamento, atropelou a ex no momento em que ela estava acompanhada do atual companheiro, além de um bebê de 2 meses. A mulher não teve ferimentos graves, mas, o atual namorado dela, de 30 anos, morreu, e a criança foi levada em estado grave para o hospital, segundo a polícia. No depoimento, a vítima de 36 anos disse que estava separado do companheiro há 3 anos. Ela inclusive teria se mudado da fazenda para a cidade. No entanto, o ex continuou trabalhando na área rural, porém, ia na cidade com frequência e dizia que não iria aceitar "nenhum outro homem entrar na casa". Mesmo assim, a vítima continuou a manter o atual namoro e ficou grávida. O casal teve uma filha, que está com 2 meses de idade. Na tarde de terça-feira (13/04) ele presenciou a ex andando na rua e levando um carrinho de bebê, na companhia do atual. Em seguida, ainda conforme a polícia, ele acelerou o carro e atingiu as vítimas. Depoimento da sobrevivente Segundo o depoimento da sobrevivente, que afirmou não estar mais junto do ex há 3 anos, o suspeito foi na casa dela e, transtornado, pegou uma faca e afirmou que mataria as pessoas ali presentes. "Ela prestou depoimento e disse que, embora não estivesse mais com o ex há 3 anos, mantinham algum contato por conta dos filhos. No entanto, desde que ele conheceu esse novo companheiro, ele não aceitava que ele frequentasse a casa dela. A vítima disse que ele não ia lá, mas, como eles tiveram um bebê, o homem tinha começado a frequentar o imóvel", afirmou ao G1 o delegado Gabriel Cardoso, responsável pelas investigações. Conforme o delegado, a testemunha também contou que, na ocasião do crime, o atual companheiro dela saiu do imóvel, antes do ex retornar. No entanto, quando o suspeito viu o casal na calçada, andando com o bebê no carrinho, acelerou o carro e mudou a direção, intencionalmente, causando o atropelamento.
Mon, 10 May 2021 21:50:56 -0000
Missionário divulga foto de criança Yanomami debilitada em rede para expor falta de assistência a indígenas: 'aldeias abandonadas'
Menina está internada no Hospital Santo Antônio, em Boa Vista. Ela foi removida da comunidade onde morava somente cinco dias depois que a foto foi feita. Missionário em Roraima fala sobre foto da criança yanomami desnutrida A foto de uma menina Yanomami deitada numa rede na comunidade Maimasi, região de difícil acesso na floresta amazônica, em Roraima, evidencia a falta de assistência a indígenas que vivem na Terra Indígena Yanomami, a maior do país, segundo o missionário Carlo Zacquini, responsável pela divulgação da imagem. Na avaliação dele, a situação retrata o abandono nas aldeias. O registro foi feito no dia 17 de abril e enviado a Zacquini. Ele não revela quem flagrou a cena para evitar represálias ao autor da foto, mas afirma que a menina tem entre 7 e 8 anos e havia sido diagnosticada com malária, pneumonia, verminose e desnutrição. A imagem foi publicada na capa da edição impressa da "Folha de S. Paulo" desta segunda-feira (10). "Faz alguns meses que recebo confidências sobre a situação na Terra Yanomami, mas ninguém se dispõe a falar por medo. [..] "Essas aldeias estão abandonadas. Todas elas sem assistência. Não há equipes. A equipe é desfalcada de pessoas. Tem postos de saúde que estão fechados há meses na Terra Yanomami", que atua desde 1968 dando assistência aos Yanomami. O missionário relata ainda que há falta de medicamentos. "Essa situação da falta de remédio me foi relatado por várias pessoas de várias áreas Yanomami, não é algo único desse lugar. Há dificuldade para obter remédios. Falaram, inclusive, que não havia estoque para verminose na Sesai, em Boa Vista. Até a cloroquina, remédio para malária, era contado. Era recomendado o uso restrito. Quer dizer, para outra coisas têm, para isso, não. Naturalmente, o Ministério da Saúde diz que as coisas estão maravilhosas, que está tudo bem", pontuou. Procurado pela reportagem, o Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (Dsei-Yanomami), responsável pela assistência de saúde, negou que haja falta de medicamentos e informou que "há quantitativo suficiente de medicação para suprir as demandas em todos os Polos Base e que, em casos de surto de malária, sempre são enviados medicamentos extras para compor o estoque." O Ministério da Saúde, por meio da Sesai, informou que a menina foi removida a Boa Vista no dia 23 de abril - cinco dias depois que a foto foi feita, por transporte aéreo. Ela está internada no Hospital da Criança Santo Antônio, na capital Boa Vista. "A criança passa por tratamento e seu estado de saúde é estável. A família também é acompanhada pela equipe de saúde na Casa de Apoio à Saúde Indígena (CASAI) Yanomami", informou o Ministério. A comunidade Maimasi fica na região da Missão Catrimani, região de Caracaraí, no Sul de Roraima. Cerca de 800 indígenas habitam a localidade. O líder Yanomami, Dário Kopenawa Yanomami, vice-presidente da Hutukara Associação Yanomami (HAY), disse atualmente há um surto de malária na região, o que implica em outras doenças, como a desnutrição. "O combate à malária está prejudicado por falta de profissionais de saúde. Essa foto da nossa 'parente' [Yanomami] que está circulando mostra nossa venerabilidade. O governo federal não está preocupado com os problemas que enfrentamos hoje em dia", resumiu. Dário atribui ao garimpo o avanço da malária e outras na região. "Na Terra Yanomami temos vetores que têm afetado a vida do Yanimami: os garimpeiros, que transmitem a malária, pois causam os danos ambientais, deixam os rastros em que o mosquito da malária, a carapanã, se reproduz e há a transmissão, causando o surto na Terra Yanomami. Eles também levam o coronavírus. Poluem nossos rios com mercúrio e nosso povo adoece." O presidente do Conselho de Saúde Indígena Yanomami e Ye'kuanna (Condisi-YY), Júnior Yanomami, afirmou que dados comprovam o aumento de malária, desnutrição e outras doenças . Os relatórios, no entanto, não puderam ser divulgados porque ele precisou viajar à comunidade Palimiu, onde ocorreu um conflito armado.
Mon, 10 May 2021 21:50:52 -0000
Pessoas com comorbidades que faltaram vacinação não terão reagendamento no DF; saiba o que fazer

Segundo Secretaria de Saúde, público que não compareceu no dia marcado deve procurar postos drive-thru 'o mais breve possível'. Regra vale também para quem recusou atendimento para escolher marca da vacina. Rede pública de saúde do Distrito Federal aplica vacina contra Covid-19 TV Globo/Reprodução Pessoas com comorbidades que não tomaram a vacina contra a Covid-19 no dia marcado, no Distrito Federal, não poderão fazer um novo agendamento. De acordo com a Secretaria de Saúde, os ausentes deverão procurar os postos drive-thru, sem horário pré-definido. A orientação foi divulgada em coletiva de imprensa realizada nesta segunda-feira (10). A regra vale para quem faltou aso agendamento por questão de saúde, outros compromissos ou por tentativa de escolher a marca da vacina. Vacinas contra Covid-19 aplicadas no DF são seguras, testadas e eficazes, dizem especialistas Saúde lança página para corrigir erros no cadastro de quem tem comorbidades Veja lista de comorbidades para vacinação contra Covid-19 no DF Segundo a secretária Adjunta de Assistência em Saúde, Raquel Beviláquia, "é recomendado que o público procure pelo atendimento o quanto antes". No entanto, não há um prazo limite para a imunização. O G1 questionou a Secretaria de Saúde sobre qual é a alternativa para profissionais de saúde e segurança agendados que também não compareceram no dia do atendimento, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. Todas as vacinas são eficazes Ao anunciar a medida de reencaminhamento para postos drive-thru, a secretária Raquel Beviláquia lembrou casos de pessoas que se recusam a tomar vacinas de determinadas marcas. "Todas as vacinas tem eficácia comprovada, nenhuma é melhor que a outra. A melhor vacina é aquela que está disponível para vacinar", diz Raquel Beviláquia. No DF, estão sendo utilizados três tipos do imunizante: AstraZeneca, CoronaVac e Pfizer. Especialistas ouvidos pelo G1 explicam que o processo de aprovação segue "rigoroso controle de qualidade" e que "todas as vacinas em uso cumprem o que elas prometem: reduzir, principalmente, a forma grave da doença". Covid-19: vacina da Pfizer começa a ser distribuída e aplicada no DF VÍDEOS: que vacina é essa? Saiba tudo sobre os imunizantes Leia mais notícias sobre a região no G1 DF.
Mon, 10 May 2021 21:50:46 -0000
Prefeitura de Belo Horizonte anuncia retomada da aplicação da segunda dose da Coronavac

Os idosos com mais de 67 anos devem comparecer aos postos de saúde para completar a etapa de imunização. Cadastro para vacinação de pessoas com comorbidades será reaberto no dia 13 de maio. Carregamento de Coronavac chega a Minas Gerais Governo de Minas/Divulgação Idosos com mais de 67 anos vão poder comparecer aos postos de saúde de Belo Horizonte (PBH) nesta terça-feira (11) para tomar a segunda dose da vacina Coronavac, fabricada pelo Instituto Butantan e a empresa chinesa Sinovac. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (10), mais de 50 horas depois da chegada da remessa de imunizantes ao estado. Belo Horizonte precisa de 79 mil doses de Coronavac para regularizar a segunda dose da vacinação. A prefeitura não informou o número que seguiu para a capita. Disse em nota que "aguarda informações sobre o quantitativo de doses das vacinas que será repassado ao município. A Secretaria Municipal de Saúde fará a retirada das doses assim que autorizada e tão logo tenha este número, novos grupos serão anunciados". O idoso deve levar documento de identidade, CPF e comprovante de residência, além do cartão de vacinação que conste a aplicação da primeira dose. O horário de funcionamento será das 7h30 às 16h30 para pontos fixos e das 8h30 às 16h30 para pontos de drive-thru. Os endereços estão disponíveis no portal da Prefeitura. “O chamamento para aplicação da segunda dose de CoronaVac para outras faixas etárias está condicionado ao recebimento de novas remessas pelo Ministério da Saúde”, disse a PBH. No último sábado, 100,2 mil doses de Coronavac chegaram ao estado. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, recomenda-se que as prefeituras sigam estas orientações: 1.536 pessoas de 65 a 69 anos; 31.768 das pessoas de 60 a 64 anos 54.698 doses para ajuste de esquema daqueles municípios que relataram falta da dose 2 As 12 mil que restam serão armazenadas para reserva técnica. Mas é bom lembrar que os municípios têm autonomia para organizarem suas próprias campanhas. Comorbidades Quem não conseguiu se cadastrar no último fim de semana, vai ter uma nova oportunidade nesta quinta-feira (13). Ele será feito até domingo (16), no site da prefeitura. As pessoas de 54 e 53 anos, completos até 31 de maio, com comorbidades, e aqueles de 45 a 54 anos, com deficiência permanente e beneficiárias do programa Benefício de Prestação Continuada (BPC), que fizeram cadastro no site da PBH, também vão poder continuar se vacinando nesta terça-feira. Na quarta-feira (12), será a vez das pessoas com comorbidades de 50, 51 e 52 anos completos até 31 de maio; gestantes e puérperas acima de 40 anos. Como o público com comorbidades está sendo vacinado com o imunizante da Pfizer, não foi possível ampliar a campanha para todos os postos de saúde. Isso porque a vacina precisa ser acondicionada em temperaturas muito baixas. A vacinação para estas pessoas será em pontos fixos exclusivos, das 8h às 16h. Os endereços dos pontos de vacinação estão disponíveis aqui. Elas devem seguir as seguintes orientações: Apresentar exames, receitas, relatório médico e/ou prescrição médica emitidos em até 12 meses antes da data do cadastro; Apresentar documento de identificação com foto; Apresentar comprovante de residência em Belo Horizonte; Ter preenchido cadastro para a vacinação, de forma válida, até 23h59 de 3 de maio; Não ter recebido vacina contra a Covid-19; Não ter recebido qualquer outra vacina nos últimos 14 dias; Não ter tido Covid-19 com início de sintomas nos últimos 30 dias.
Mon, 10 May 2021 21:50:36 -0000
Amazonas confirma mais 18 mortes por Covid e 320 novos casos

Estado já contabiliza mais de 375 mil casos confirmados, e mais de 12,7 mil vidas perdidas. Área aberta em Janeiro de 2021 para sepultamentos de vítimas da Covid-19 é vista totalmente ocupada, no Cemitério Nossa Senhora Aparecida, nesta quinta-feira (04) em Manaus (AM). EDMAR BARROS/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO O Amazonas confirmou mais 18 mortes por Covid (sendo 6 das últimas 24 horas) e 320 novos casos da doença nesta segunda-feira (10). Os dados constam no boletim epidemiológico da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM). Com isso, o total de vidas perdidas para a doença chegou 12.746. O número de casos confirmados desde o começo da pandemia subiu para 375.603. Vacina contra Covid-19 em Manaus: veja quem pode ser vacinado hoje e o que fazer Covid-19: veja a ocupação dos leitos de UTI e enfermaria em Manaus MAPA: veja os números de casos e mortes na sua cidade Na capital, de acordo com dados da Prefeitura de Manaus, neste domingo (9), foram registrados quatro sepultamentos por Covid-19. O boletim acrescenta ainda que 40.891 pessoas com diagnóstico de Covid-19 estão sendo acompanhadas pelas secretarias municipais de saúde, o que corresponde a 10,89% dos casos confirmados ativos. Internações por Covid Em Manaus, há 407 pacientes internados com diagnóstico de Covid, sendo 198 em leitos clínicos (34 na rede privada e 164 na rede pública), 207 em UTI (39 na rede privada e 168 na rede pública) e dois em sala vermelha. Há, ainda, outros 36 pacientes internados considerados suspeitos e que aguardam a confirmação do diagnóstico. Desses, 18 estão em leitos clínicos (oito na rede privada e 10 na rede pública), 17 estão em UTI (um na rede privada e 16 na rede pública) e um em sala vermelha. No boletim consta, também, que há outros 102 pacientes internados com Covid no interior do estado, conforme informado pela Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM). São 15 em Unidade de Cuidados Intensivos (UCI) e 87 em leitos clínicos. Capital e interior Dos 375.603 casos confirmados no Amazonas até esta segunda-feira (10), 171.967 são de Manaus (45,78%) e 203.636 do interior do estado (54,22%). Em Manaus, há o registro de 8.845 óbitos confirmados em decorrência do novo coronavírus. No interior, são 61 municípios com óbitos confirmados até o momento, totalizando 3.901. Nesta edição três municípios não atualizaram o sistema de informação para consolidação dos dados do boletim: Apuí, Silves e Tonantins. Veja vídeos mais assistidos do G1 Amazonas
Mon, 10 May 2021 21:50:34 -0000
Estado confirma 22 adolescentes infectados pela Covid-19 no Centro Socioeducativo de Passos
Secretaria de Estado de Justiça e Segurança (Sejusp) confirmou contaminações nesta segunda-feira (10). Jovens estão em quarentena e são acompanhados por equipe de saúde. A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança (Sejusp) de Minas Gerais confirmou, nesta segunda-feira (10), a contaminação de 22 adolescentes com Covid-19 no Centro Socioeducativo de Passos. A Sejusp também divulgou que oito servidores da unidade também testaram positivo para o vírus. Conforme a secretaria, os jovens estão em quarentena na própria unidade. Segundo a Sejusp, eles estão assintomáticos ou apresentam sintomas leves. Todos são acompanhados por uma equipe de saúde, de acordo com o órgão. Já em relação aos servidores, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança destacou que eles estão afastados e cumprem a quarentena, em isolamento, na casa deles. Medidas de prevenção A Sejusp informou que, desde o início da pandemia, todos os centros socioeducativos do estado de Minas Gerais vêm adotando diversas ações para prevenir e controlar a disseminação da covid-19. O órgão apontou que, dentre as ações, as unidades precisam disponibilizar álcool em gel, orientar em relação ao uso de máscara, desinfetar espaços de grande circulação e higienizar os alojamentos e transportes. Diante da situação, o Centro Socioeducativo de Passos está com suspensão da admissão de novos adolescentes, suspensão de visitas de familiares, aumento da frequência de tempo de ligações telefônicas e suspensão das atividades de parceiros externos. VÍDEOS: Veja tudo sobre o Sul de Minas Veja mais notícias da região no G1 Sul de Minas
Mon, 10 May 2021 21:48:27 -0000
Iphan realiza visita técnica do processo de tombamento no Complexo do Ibirapuera; Doria diz que tombamento é ‘descabido’

Abertura de processo de tombamento em dezembro paralisou o plano do governo de SP de conceder a área à iniciativa privada para construção de arena multiuso com torres comerciais e transformação do ginásio esportivo em shopping center. Visita técnica vai acontecer nesta terça-feira (11). Complexo esportivo do Ibirapuera inclui estádio com pista de atletismo e ginásio Reprodução/Governo de São Paulo aO Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat) arquivou nesta segunda-feira (30) o pedido de abertura de processo de tombamento do Conjunto Esportivo Constâncio Vaz Guimarães, onde fica localizado o ginásio do Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) marcou para a tarde desta terça-feira (11) a visita técnica de vistoria do Conjunto Constâncio Vaz Guimarães, o ginásio do Ibirapuera, na Zona Sul de São Paulo. A visita faz parte do processo de tombamento aberto na entidade para avaliar a viabilidade da preservação do espaço no atual modelo arquitetônico. O pedido de tombamento foi acolhido pelo Iphan, órgão ligado ao Ministério do Turismo, em 30 de dezembro do ano passado, após solicitação do arquiteto Ricardo Augusto Romano Sant’Anna, frequentador do espaço. A abertura do processo paralisou o projeto de concessão do complexo à iniciativa privada, promovido pelo governo do estado de São Paulo. A gestão João Doria (PSDB) planeja construir no local uma arena multiuso coberta para 20 mil pessoas no lugar do estádio de atletismo, erguendo também dois edifícios comerciais no espaço e transformando o atual ginásio do Ibirapuera em shopping center. Com o tombamento, qualquer mudança arquitetônica no espaço fica proibida até que os estudos do Iphan sejam concluídos e o órgão dê um veredito final sobre o valor histórico arquitetônico do complexo, mesmo com a rejeição do tombamento feita pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat), em novembro do ano passado. Projeto do governo de São Paulo para a modernização do Complexo Esportivo Constâncio Vaz Guimarães, no Ibirapuera, Zona Sul de São Paulo. Reprodução Nesta segunda-feira (10), o governador João Doria chamou a decisão do Iphan de “descabida” e disse que o complexo não tem “valor arquitetônico que mereça ser mantido” como está, apenas “valor afetivo”. “O tema neste momento segue com o governo federal porque houve uma manifestação do Iphan, totalmente descabida, de que deveria manter o Ibirapuera como patrimônio histórico e arquitetônico do país, sendo que a decisão pelo Condephaat do governo de São Paulo já havia sido tomada exatamente ao contrário. O Condephaat não vê nenhum valor arquitetônico no conjunto do ginásio. Tem um valor de memória afetiva, mas nenhum valor arquitetônico que mereça ser mantido”, afirmou. O governador disse esperar que o Iphan reveja a decisão de tombar o espaço para que o leilão do Complexo Esportivo tenha andamento no estado. “Nossa posição é que possa vir um novo complexo poliesportivo, mais moderno do país. O projeto está pronto, e o leilão será marcado tão logo tenhamos a posição final do Iphan, que espero que recue dessa decisão de avançar no tombamento”, declarou Doria. Vistoria técnica Após a abertura de processo de tombamento do complexo, a coordenadora-geral de identificação e reconhecimento do Iphan, Carolina Di Lello, determinou em 4 de março que os técnicos do órgão em São Paulo delimitem as áreas de tombamento e de entorno “a serem protegidas provisoriamente até que a instrução adequada seja concluída” e avaliem “o risco iminente de integridade do bem”. O G1 procurou o Iphan nesta segunda-feira (10) para saber detalhes sobre a vistoria, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem. Concessão do Complexo do Ibirapuera causa polêmica Condephaat O Condephaat rejeitou, em 30 de novembro, o pedido de abertura do processo de tombamento do complexo. Sem o tombamento, ficou liberada pelo órgão estadual a derrubada de estruturas do espaço, previsto para ser entregue pelo governo paulista à iniciativa privada em formato de concessão. Em reunião virtual, os conselheiros decidiram, por 16 votos a 8, em não levar adiante o processo que pedia o início do estudo para o tombamento do prédio do ginásio e outros equipamentos esportivos que ficam na área, como o estádio de atletismo e o conjunto aquático. Reunião virtual dos conselheiros do Condephaat nesta segunda-feira (30). Reprodução/Youtube A decisão do Condephaat gerou críticas de urbanistas e também atletas olímpicos que frequentaram o espaço no início da carreira. “Este projeto inclui a construção de uma arena e prevê a demolição de todos os equipamentos esportivos, com exceção do ginásio principal, que seria transformado em centro comercial. (...) Esse é um espaço marcante no conjunto da arquitetura moderna brasileira, fundamental para compreender as arquiteturas para o tempo livre e o lazer. A defesa, portanto, do Ginásio do Ibirapuera e do Complexo Esportivo é também uma defesa do direito ao lazer e das políticas públicas relacionadas ao esporte”, diz a professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP (FAU-USP) e colunista da Rádio USP, Giselle Beiguelman. Em ato em frente ao complexo no início de dezembro, a saltadora e velocista Maurren Maggi defendeu a revitalização do espaço para o uso estritamente esportivo, não comercial.  “Todos os medalhistas do Brasil já passaram por aqui um dia. Nossa batalha é para que não aconteça essa privatização. A gente quer o complexo do jeito que ele tem que ser, e ele tem que ser reformado para a gente, e não virar shopping", afirmou a medalhista de ouro de 2008, em Pequim (veja vídeo abaixo).  Medalhistas olímpicos protestam contra projeto de concessão do Ginásio do Ibirapuera em SP O ex-medalhista olímpico e ex-vereador Aurélio Miguel disse que a proposta da gestão Doria "acaba com a ideia do Conjunto Esportivo Constâncio Vaz Guimarães de ser um celeiro de atletas e centro de valorização do esporte na cidade". “Aqui tem vários projetos [esportivos], dentre eles o Projeto Futuro, do próprio governo de São Paulo. Desde 1985 tem esse projeto, e eu treinei aqui. É um projeto fantástico e único que conheço no país que deu certo. Daqui saíram diversos medalhistas olímpicos e tão querendo acabar com isso. É uma vergonha. Temos que sensibilizar o nosso governador para ele entender que pode fazer empreendimento em outro lugar. Deixa esse espaço para o esporte. Vamos fazer a manutenção dele e vamos cuidar”, afirmou Aurélio Miguel. O que diz o governo de SP Em nota na época, o governo, por meio da Secretaria de Esportes, afirmou que a concessão do espaço vai exigir do novo concessionário investimento mínimo de R$ 220 milhões. "Para que o local seja modernizado e esteja apto a receber competições esportivas das mais diversas modalidades, atendendo a requisitos de confederações nacionais e internacionais, o que não ocorre no formato atual", disse a secretaria (veja íntegra abaixo). Apresentação do governo de São Paulo mostra o futuro do Conjunto Esportivo Constâncio Vaz Guimarães, após concessão à iniciativa privada. Reprodução A pasta defendeu ainda que, com a concessão, "o estado também deixa de arcar com os prejuízos atuais do espaço, que somam R$ 15 milhões anuais". “O custo da manutenção do complexo para o estado é de cerca de R$ 15 milhões por ano, onerando os cofres públicos, operando com R$ 10 milhões de prejuízo. Com a proposta, os gastos para sua operação serão assumidos pelo concessionário, que vai investir R$ 1 bilhão nas obras e na manutenção do Complexo Desportivo Constâncio Vaz Guimarães. A concessão vai atrair, ainda, melhorias ambientais, viárias e urbanísticas”, afirmou a nota. A gestão Doria também disse que o processo de concessão do Complexo Desportivo Constâncio Vaz Guimarães mantém a função principal do espaço, que é esportiva. “Tal responsabilidade, inclusive, está descrita na Lei Estadual 17.099/2019, que autoriza a concessão do espaço. A mesma legislação determina a implantação de espaços gratuitos poliesportivos com acesso gratuito à população. A construção da arena multiuso proporcionará a São Paulo um espaço moderno e adequado para sediar eventos esportivos das mais diversas modalidades, o que trará mais visibilidade ao segmento, além de proporcionais mais empregos e renda na região”, declarou a nota. Grupo protesta contra projeto que prevê conceder Ibirapuera à iniciativa privada Carta pública Um grupo de professores e pesquisadores da FAU-USP afirma estar “extremamente preocupado” com o destino que a gestão Doria pretende dar ao complexo esportivo do Ibirapuera. Eles são signatários de uma carta pública aberta à comunidade que deu origem ao movimento chamado "S.O.S Ginásio do Ibirapuera". O grupo criou uma petição online que reuniu mais de 6 mil assinaturas e pediu a preservação do prédio, tal qual ele foi concebido. Também se posiciona contra o projeto do governo tucano de conceder as áreas do complexo a empresas privadas. “O projeto [de concessão], tal como estruturado, representa séria ameaça à integridade física e ao funcionamento de um equipamento esportivo que, além de ser muito utilizado na formação de atletas no Brasil, é constitutivo da história da cidade de São Paulo e realização fundamental da história da arquitetura brasileira. Além disso, tem grandes valores de uso e afetivo pela comunidade esportiva que dele faz intenso uso desde os anos 1950”, diz a carta pública do movimento. Publicação do grupo "S.O.S Ginásio do Ibirapuera", que quer o tombamento do ginásio na Zona Sul de SP. Reprodução/Redes Sociais “A proposta em curso de transformação do Complexo em equipamento privado alterará de maneira grave e irreversível a sua materialidade. Ela desconsidera a organização dos espaços livres, a excelência e a qualidade de sua arquitetura, o seu papel na memória e na paisagem urbana de São Paulo. A execução de um projeto com tal caráter destruirá parte da história e da memória da cidade, comprometendo também o seu desenvolvimento futuro”, afirmam os pesquisadores da FAU. Em nota, a Secretaria Estadual de Esportes não diz especificamente o que será feito com o ginásio do Ibirapuera, e afirma que, com a concessão, "eventos de todos os segmentos também serão ampliados, uma vez que haverá a implantação de uma moderna arena multiuso equipada com a tecnologia plug and play, ar condicionado, poltronas reclináveis e tecnologia em todo o complexo". Protesto na Zona Sul de SP Rodrigo Rodrigues/G1 Íntegra da nota da Secretaria de Esportes do estado  "A Secretaria de Esportes do Estado esclarece que o processo de concessão do Complexo Desportivo Constâncio Vaz Guimarães (Ibirapuera), aprovado pela Alesp com o PL 91/2019, prevê investimento mínimo de R$ 220 milhões para que o local seja modernizado e esteja apto a receber competições esportivas das mais diversas modalidades, atendendo a requisitos de confederações nacionais e internacionais, o que não ocorre no formato atual. Com a concessão, eventos de todos os segmentos também serão ampliados, uma vez que haverá a implantação de uma moderna arena multiuso equipada com a tecnologia plug and play, ar condicionado, poltronas reclináveis e tecnologia em todo o complexo, gerando mais emprego e renda para a cidade de São Paulo. Por sua vez, o Estado também deixa de arcar com os prejuízos atuais do espaço, que somam R$ 15 milhões anuais. A previsão é que o edital seja publicado em dezembro de 2020. Sobre a reunião ocorrida ontem (30/11) no Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico (Condephaat), o placar foi de 16 a 8 contra a abertura do processo de tombamento do complexo". Nota da Secretaria de Cultura e Economia Criativa "A mudança do Condephaat foi analisada e autorizada pela Justiça, que comprovou a idoneidade e legitimidade de todo processo. A alteração da composição do Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat), ocorrida em abril de 2019, teve o objetivo de ampliar a representatividade e a diversidade do órgão, com efetiva paridade entre representantes do governo e da sociedade civil. A mudança foi necessária também pela falta de quórum das universidades, já que seus representantes não compareciam às reuniões, chegando à abstenção de 50%. Atualmente, as universidades têm presença proporcional à de outros órgãos da sociedade civil, com 5 representantes de um total de 24 conselheiros, o equivalente a 20%.Todas as modificações, incluindo a participação de profissionais de notório saber nas áreas de história da arte e arquitetura, urbanismo e patrimônio imaterial, foram cuidadosamente estudadas e analisadas para garantir maior eficiência e eficácia ao conselho, aumentando o rigor técnico em benefício da sociedade paulista". Vídeos: Tudo sobre São Paulo e Região Metropolitana
Mon, 10 May 2021 21:47:54 -0000

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